Queridos amigos em primeiro lugar queriamos dizer-vos que foi uma pena que faltassem tantos à reunião de balanço.
As únicas que estavam eram a Marta, a Leonor, a Rita e a Maria Alarcão que apesar da reunião do MSV (à qual não podia faltar), não deixou de ir a Cascais, e mais ..., foi ela que preparou a reunião.
Gostámos imenso, montámos um altar cá fora e rezámos. Fizemos o balanço e da nossa conversa sairam várias coisas para depois partilharmos.
Espero que todos os que ainda tenham exames consigam uns grandes resultados.
Francisco, rezei por si e espero que o exame de hoje esteja a correr bem.
Maria, Marta e Rodrigo, boa sorte para dia 28.
Umas boas férias para todos e para a Maria Alarcão vamos todos rezar para que o projecto corra muito bem ba Baía e que consigam muitos frutos.
Um grande beijinho e abraço
Inês e Paulo
Aqui fica mais um texto para pensar ...
Assunto: Bons Tempos (funciona como cábula para daqui a uns anitos)
Uma tarde um neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos actuais.
Então, de repente, o neto perguntou:
-Quantos anos tem, avô?
E o avô respondeu:
- Bem, deixa-me pensar um momento...
Nasci antes da televisão, e já crescidinho apareceu, com um único canal e
a preto e branco.
Nasci antes das vacinas contra a poliomielite, das comidas congeladas, da
fotocopiadora, das lentes de contacto e da pílula anticoncepcional.
Não existiam os radares, os cartões de crédito, o raio laser nem os
patins on-line.
Não se tinha inventado o ar condicionado, as máquinas de lavar e secar,
(as roupas secavam ao vento) e frigoríficos quase ninguém tinha.
O homem nem tinha chegado à lua.
A tua avó e eu casámos e só depois vivemos juntos e em cada família
havia um pai e uma mãe.
"Gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e
divertida, não homossexual.
Das lésbicas, nunca tínhamos ouvido falar e os rapazes não usavam
pircings.
Nasci antes das duplas carreiras universitárias e das terapias de grupo.
Não havia computador, Comunicávamos através de cartas, postais e
telegramas.
Mails, chats e Messenger, não existiam. Computadores portáteis ou internet
nem em sonhos...
Estudávamos só por livros e consultávamos enciclopédias e dicionários.
As pessoas não eram medicadas, a menos que os médicos pedissem um exame de
sangue.
Chamava-se a cada polícia e a cada homem "senhor" e a cada mulher
"senhora".
Nos meus tempos a virgindade não produzia cancro.
As nossas vidas eram governadas pelos 10 mandamentos e bom juízo.
Ensinaram-nos a diferençar o bem do mal e a ser responsáveis pelos nossos
actos.
Acreditávamos que "comida rápida" era o que comíamos quando estávamos
com pressa.
Ter um bom relacionamento, queria dizer dar-se bem com os primos e amigos.
Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava as férias
juntos.
Ninguém conhecia telefones sem fios e muito menos os telemóveis.
Nunca tínhamos ouvido falar de música estereofónica, rádios FM, Fitas,
cassettes, CDs, DVDs, máquinas de escrever eléctricas, calculadoras (nem
as mecânicas quanto mais as portáteis).
"Notebook" era um livro de anotações.
"Ficar" dizia-se quando pessoas ficavam juntas como bons amigos.
Aos relógios dava-se corda todos os dias, mesmo aos de pulso.
Não existia nada digital, nem os relógios nem os indicadores com números
luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas.
Falando de máquinas, não existiam as cafeteiras eléctricas, ferros de
passar eléctricos, os fornos microondas nem os rádios-relógios
despertadores. Para não falar dos vídeos ou VHF, ou das máquinas de filmar
minúsculas de hoje...
As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Eram a branco e preto e a
sua revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando
apareceram, a sua revelação era muito cara e demorada.
Se nos artigos lêssemos "Made in Japan" ,não se considerava de má
qualidade e não existía "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in
China"
Não se falava de "Pizza Hut" ou "McDonald's", nem de café instantâneo.
Havía casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, os
bilhetes de autocarros e os refrigerantes, que se chamavam pirolitos, tudo
custava 10 centavos.
Cem escudos dizia-se cem mil reis.
No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava.
"Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia.
Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um
marido para ter um filho.
Agora diz-me, quantos anos achas que tenho?
- Meu Deus, Avô!. Mais de 200 ! - disse o neto.
- Não, querido. Tenho 65!